Bill Gates volta a ser o mais rico do mundo, com US$ 72 bilhões

Bill Gates volta a ser o mais rico do mundo, com US$ 72 bilhões
Segundo a revista ‘Forbes’, bilionários já recuperaram tudo o que perderam na crise financeira iniciada em 2008, confira agora algumas informações interessantes sobre o assunto.

WASHINGTON - Bill Gates voltou a ser o mais rico do mundo, segundo a lista de bilionários publicada pela revista americana Forbes.

Com fortuna calculada em US$ 72 bilhões, Gates ultrapassou o mexicano Carlos Slim, que no ano passado foi considerado o mais rico do planeta.

Pelo 20º ano consecutivo, o fundador da Microsoft aparece na lista como o mais rico dos Estados Unidos.

Bill Gates volta a ser o mais rico do mundo e, pelo 20º ano consecutivo, o mais rico dos EUA
Reuters















Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, lucrou com alta das ações e voltou a fazer parte da lista da Forbes
Reuters











Carlos Slim, que era o mais rico, caiu para o segundo lugar

Reuters
















Warren Bufett, jogando pingue-pongue com Gates: ele agora é o segundo mais rico dos EUA











Eike Batista saiu da lista dos mais ricos do mundo este ano
Estadão









O especulador financeiro Waren Buffett continua em segundo lugar entre os mais ricos dos Estados Unidos, ao acrescentar mais US$ 12,5 bilhões à sua fortuna, que agora chega a US$ 58 bilhões.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, aparece em décimo lugar na lista, com US$ 31 bilhões.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, voltou a fazer parte da lista este ano, depois de ter ficado de fora no ano passado. Ele incorporou mais US$ 9,6 bilhões ao seu patrimônio, graças ao aumento do valor das ações da sua empresa. Ele agora tem uma fortuna estimada em US$ 19 bilhões.

"Cinco anos depois da crise financeira que derrubou as fortunas de muitos bilionários dos Estados Unidos e do mundo, os mais ricos, como grupo, recuperaram tudo o que perderam", destaca a revista Forbes.

"As quatrocentas pessoas mais ricas dos Estados Unidos somam uma riqueza sem precedentes de US$ 2,02 trilhões, equivalente a mais ou menos o PIB da Rússia", diz a Forbes.




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Fonte: Estadão

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