8 Curiosidades sobre o Orgasmo que você Não Sabia


1 - O orgasmo feminino pode ser mais longo que o masculino.

2 - A palavra orgasmo vem do grego "orgasmos", que significa "ferver de ardor".

3 - Pesquisadores escoceses e belgas defendem que é possível determinar se uma mulher tem orgasmos vaginais pela maneira como ela anda. Segundo eles, a anatomia determina a capacidade de uma mulher gozar se estimulada pela vagina e, portanto, especialistas podem fazer a análise desses orgasmos apenas ao observá-la caminhando. Os autores do estudo apontam também que os músculos da pélvis mais tensionados podem indicar dificuldades sexuais, enquanto um andar confiante mostra satisfação.

4 - Já outra pesquisa feita na King´s College de Londres diz que as mulheres com inteligência emocional têm mais orgasmos. Ou seja, aquelas que lidam melhor com os sentimentos próprios e dos outros sentem mais prazer. Ótimo motivo para ser mais compreensiva, certo?
5 - Usar salto alto é, além de sofiticado e sexy, benéfico para a vida sexual feminina. Um levantamento feito na Universidade de Verona mostrou que andar com um sapato moderadamente alto condiciona os músculos – inclusive os da região pélvica, que ajudam a sentir prazer.

6 - Na hora do orgasmo, as paredes da vagina soltam uma pequena descarga elétrica. “Cinco mulheres, neste momento, poderiam produzir energia suficiente para acender uma lâmpada de 1 volt”, estimam o jornalista Marcelo Duarte e o ginecologista Jairo Bouer autores do livro “Guia dos Curiosos – Sexo” (Panda Books).

7 - Aquela taça de vinho ou champagne pode não te ajudar tanto assim na hora do sexo, apesar de diminuir a inibição. Quando a mulher ingere álcool pode demorar muito mais para chegar ao orgasmo, já que ele atinge o sistema nervoso central. O brinde não parece mais tão romântico,

8 - Os cariocas têm mais orgasmos nas relações sexuais do que os mineiros. Segundo a pesquisa Mosaico Brasil, realizada em nove capitais brasileiras, 93,8% dos homens e 77,2% das mulheres do Rio de Janeiro disseram que têm orgasmos freqüentemente. Já em Minas Gerais o número cai para 91% dos homens e 71% delas. O estudo foi comandado pela psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo. [por]

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