Protótipo de veiculo para cegos é desenvovido nos e.u.a

Uma nova tecnologia está sendo desenvolvida nos EUA, conduzida pela Virginia Tech, o primeiro protótipo de um projeto que começou em 2007, e que foi apresentado a imprensa.




O projeto vem sendo desenvolvido pela Universid
Uma nova tecnologia está sendo desenvolvida nos EUA, conduzida pela Virginia Tech, o primeiro protótipo de um projeto que começou em 2007, e que foi apresentado a imprensa.
O projeto vem sendo desenvolvido pela Universidade de Virgínia e a associação de deficientes visuais dos EUA.
O projeto é considerado a maior conquista tecnológica, desde o envio do homem à lua.
As grandes montadoras já tem idéias de projeto de veículos que andam sozinhos, portanto essa é uma tendência de mercado.
Esse projeto de um veículo para cegos, lembra um projeto de mais de quinze anos atrás, desenvolvido no Japão. Na época, foi criado até pista experimental para o tráfego de veículos, uma pista onde os sinais de trânsito eram todos substituídos por chips eletrônicos.
Algumas dessas tecnologias foram aproveitadas, mas mesmo no Japão, onde noventa e nove por cento dos moradores de grandes centros são alfabetizados, a tecnologia não encontrou tanta demanda.
Parece que as pessoas não tem tanta perspicácia, para decidir entre o que é realmente importante e o que não passa de bugigangas tecnológicas, sem nenhum valor agregado. Pelo que parece, nem mesmo as empresas tecnológicas tem noção de demanda.
Nos EUA, a terra do Marketing e das conspirações, esse projeto deverá seguir em frente. Em nome dos “pobres ceguinhos”, e da sua dignidade, mas não serão só os cegos a se beneficiar, o Japão não se utilizou dessa estratégia.
Você já imaginou se todos os deficientes visuais, ou não, tivessem acesso à tecnologias de infra-vermelho? – Eu não quero ser injusto, sem provas, mas certas tecnologias, como essa, aqui no Brasil são exclusivas do Departamento de Segurança.
É incrível como a indústria tecnológica americana tem sobrevivido à crise – Como alguns setores conseguem driblar a falta de recursos?
Assim como no Japão, os sensores mostravam a distâncias de veículos que estão à frente e atrás. No caso de pistas e faixas com chips, foi uma infra-estrutura japonesa.
Os veículos para deficientes americanos, serão dotados de sensores para os dedos, sensores que auxiliarão na hora de fazer a curva, etc.
Na minha opinião, não acredito que o interesse seja apenas atender aos cegos. Com o interesse das grandes montadoras, essa tendência deverá ser estendidas para toda a população, tornando o desenvolvimento mais comercial.
ade de Virgínia e a associação de deficientes visuais dos EUA.
O projeto é considerado a maior conquista tecnológica, desde o envio do homem à lua.
As grandes montadoras já tem idéias de projeto de veículos que andam sozinhos, portanto essa é uma tendência de mercado.
Esse projeto de um veículo para cegos, lembra um projeto de mais de quinze anos atrás, desenvolvido no Japão. Na época, foi criado até pista experimental para o tráfego de veículos, uma pista onde os sinais de trânsito eram todos substituídos por chips eletrônicos.
Algumas dessas tecnologias foram aproveitadas, mas mesmo no Japão, onde noventa e nove por cento dos moradores de grandes centros são alfabetizados, a tecnologia não encontrou tanta demanda.
Parece que as pessoas não tem tanta perspicácia, para decidir entre o que é realmente importante e o que não passa de bugigangas tecnológicas, sem nenhum valor agregado. Pelo que parece, nem mesmo as empresas tecnológicas tem noção de demanda.
Nos EUA, a terra do Marketing e das conspirações, esse projeto deverá seguir em frente. Em nome dos “pobres ceguinhos”, e da sua dignidade, mas não serão só os cegos a se beneficiar, o Japão não se utilizou dessa estratégia.
Você já imaginou se todos os deficientes visuais, ou não, tivessem acesso à tecnologias de infra-vermelho? – Eu não quero ser injusto, sem provas, mas certas tecnologias, como essa, aqui no Brasil são exclusivas do Departamento de Segurança.
É incrível como a indústria tecnológica americana tem sobrevivido à crise – Como alguns setores conseguem driblar a falta de recursos?
Assim como no Japão, os sensores mostravam a distâncias de veículos que estão à frente e atrás. No caso de pistas e faixas com chips, foi uma infra-estrutura japonesa.
Os veículos para deficientes americanos, serão dotados de sensores para os dedos, sensores que auxiliarão na hora de fazer a curva, etc.
Na minha opinião, não acredito que o interesse seja apenas atender aos cegos. Com o interesse das grandes montadoras, essa tendência deverá ser estendidas para toda a população, tornando o desenvolvimento mais comercial.
fonte google.

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